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Na sequência de tempestades consecutivas, Ciara e Dennis, e as inundações e devastações que se seguiram, o governo do Reino Unido anunciou que está gastando 1,2 bilhão de libras esterlinas no "mais poderoso supercomputador climático e climático".

O Met Office gerenciará o novo computador - ainda a ser construído - e as expectativas são de que ele será capaz de prever com mais precisão e rapidez as condições climáticas severas e o impacto das mudanças climáticas.

Seus dados ajudarão os especialistas a selecionar locais adequados para as defesas contra inundações, com previsões mais precisas das chuvas, melhores previsões nos aeroportos para evitar interrupções nos vôos e informações mais detalhadas para o setor de energia para ajudar a mitigar possíveis blecautes e surtos de energia.

"Nos últimos 30 anos, as novas tecnologias significaram previsões meteorológicas mais precisas, com tempestades previstas com até cinco dias de antecedência", disse o secretário de negócios e energia do Reino Unido, Alok Sharma.

"Nosso investimento significativo em um novo supercomputador acelerará ainda mais as previsões meteorológicas, ajudando as pessoas a estarem mais preparadas para as interrupções climáticas, desde o planejamento de viagens até a implantação de defesas contra enchentes".

O novo supercomputador está planejado para ser instalado a partir de 2022, quando os atuais supercomputadores Cray do Met Office chegarem ao fim de sua expectativa de vida.